SORVEBOL: NOVO ESPORTE TEM CONQUISTADO ADEPTOS NO BRASIL E NO MUNDO

Reconhecido oficialmente pela Comissão Nacional do Esporte, o Sorvebol foi criado em 2003 com o objetivo de inovar as aulas de educação física e incentivar mais jovens a praticarem exercícios físicos. Bola e cone na mão lembravam o formato de um sorvete, logo, o nome não poderia ser outro.
 
O educador físico, instrutor do Programa Rua da Gente e fundador da Confederação Brasileira de Sorvebol, Cláudio Gomes Mendes, conta como teve a ideia de desenvolver o esporte: ‘Enquanto encerrava mais uma aula, na Escola Estadual Agnelo Correia Viana, em Belo Horizonte, fui surpreendido por um aluno que devolveu a bola num movimento de arremesso e acertou o cone invertido que eu segurava’, afirma o educador que, a partir desta cena, elaborou as regras e criou os equipamentos que dariam origem ao novo esporte.
 
O jogo deve ser praticado em uma quadra parecida com a de vôlei, entre adversários únicos (1×1), duplas (2×2) ou quartetos (4×4) e sem limite de idade. Cláudio destaca que o jogo é democrático e incluem deficientes e equipes mistas, desde que o número de participantes de cada lado seja equilibrado.
 
A bola deve ser lançada com o auxílio do cone por cima da rede, de modo que a equipe oponente não consiga capturar. O tempo é dividido entre dois sets, com no máximo 21 pontos. O objetivo do jogo é fazer a bola cair no campo adversário. Vence a equipe ou jogador individual que fizer 21 pontos.
 
Segundo a Confederação Brasileira de Sorvebol, o jogo também já possui representante e adeptos ao esporte em Miami, estado Flórida nos Estados Unidos. Além disso, as oficinas para aprender a jogar foram transformadas em um projeto aprovado pelo Ministério do Esporte e implantado em escolas de Belo Horizonte, alcançando 22 mil crianças e reunindo mais de 200 instituições para disputar o título de campeã do Sorvebol. ‘Agora, o objetivo é consolidar o projeto em todas as instituições de ensino de São Paulo e contribuir para o desenvolvimento, socialização e inclusão educacional de jovens e adultos’, finaliza o professor Cláudio.
Fonte: Em Cima do Lance

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano – divulgação da Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ‘É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente’.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ‘Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo’.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ‘crianças ainda são crianças’, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ‘Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto’, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
‘O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ‘vida virtual’. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida’, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Portal @ Cerdense

Final de semana com programa Rua da Gente, na cidade de São Paulo

Objetivo é proporcionar a integração das famílias e ocupação do espaço público
 
    A Secretaria Municipal de Esportes e Lazer (SEME), com o apoio das Secretarias de Cultura e de Relações Sociais, realiza neste fim de semana mais um Programa Rua da Gente. O evento acontece sábado e domingo, das 9h às 18h.
 
   No sábado (07), no bairro do Campo Limpo, terão atividades de yoga, dança, meditação e outras atividades. Já no domingo (08), na região de Perus os moradores da região poderão desfrutar de brincadeiras de rua, recreação e muito mais.
 
    O Rua da Gente tem como objetivo estimular a ocupação do espaço público e a integração das famílias, priorizando as áreas de maior vulnerabilidade social. As atividades serão realizadas nas ruas, praças e centros esportivos.
 
Veja abaixo os endereços que irão receber o Rua da Gente neste final de semana:
 
Sábado (07)
 
Praça Oswaldo Luis da Silveira, 42 – Parque São Rafael – São Mateus (Zona Leste)
 
Rua Catariense – Vila Andrade (Zona Sul)
Rua Conde Monterone x Rua Wenceslau de Campos e Rua Dr. Paulo Roberto Leite – Jd. Sydney – Praça de Taipas (Zona Norte)
 
Domingo (08)
 
Praça da Cultura Mini Ramp – Rua Ricardo Dalton, 700 – Perus
 
Praça Benedito Ramos – Av. Milene Elias, 1398 – Jd. Belém (Zona Leste)
Fonte: Jornal Polo Paulistano

Despertar O Interesse De Uma Geração Digital Para Atividades Lúdicas É Necessário E Urgente

Presenciar crianças brincando com celulares e tablets já é algo comum aos olhos dos adultos, até mesmo daqueles que, na infância, não faziam ideia do que era um telefone móvel. As antigas brincadeiras estão cada vez mais esquecidas e a tecnologia tem ganhando cada vez mais espaço – despertar o interesse da nova geração por atividades lúdicas tornou-se algo distante da realidade.
 
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o Augusto Naliato, recreador do Programa Rua da Gente. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua na área há 13 anos.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países pela marca do segmento de limpeza OMO.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Brincadeiras gratuitas em SP
Com a iniciativa de ocupar espaços públicos com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas e confecções com material reciclável. Em parceria com a Secretaria de Cultura de São Paulo, o Rua da Gente resgata antigas práticas ensinam e estimular a criança e o jovem a se desenvolver. Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse: www.ruadagente.com.br
Fonte: Belive News

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Enfoque MS

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: A Crítica

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: O Verídico

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet
Fonte: FolhaPA

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Agora no RS

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Jornal de Piracicaba