Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: BOL – Notícias

UOL – Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.

Isto É (Online) – Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.

Oficina ensina a fazer redes de futebol com garrafas pet

Integrar o futebol com ações sustentáveis é a melhor maneira mostrar ao mundo a paixão dos brasileiros pelo esporte. Pensando nisso, o Ginga.Fc surgiu com a missão de unir pessoas e experiências relacionadas ao esporte e interligadas com atividades dentro das áreas do turismo, moda, sustentabilidade, arte e cultura.
 
Durante o Programa Rua da Gente, que acontece neste sábado, 19, no bairro Capela do Socorro, o Ginga.Fc ensinará, na prática, todo o processo para reciclagem de garrafas pet, transformando o material em uma rede para o gol. Além disso, o bairro contará com diversas atividades de lazer durante todo o dia.
 
A ideia da ação surgiu na Amazônia e começou a ser colocada em prática durante a conclusão do projeto #FutebolNoTapajós na comunidade de Suruacá, no Pará. As iniciativas de conscientização, capacitação e prototipagem para o desenvolvimento deste trabalho que integra futebol e reciclagem resultou em dois novos pares de redes para o campinho local e uma comunidade pronta para dar continuidade ao processo de trabalho.
 
Sobre o Rua da Gente
Programa Rua da Gente é um projeto em parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (SEME), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Socias, cujo objetivo é estimular a ocupação de espaços públicos com atividades esportivas e culturais gratuitas aos sábados e domingos, nos quatro cantos da cidade. Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas.
 
Sobre a Ginga.Fc
Um movimento social que surgiu em 2015 na Amazônia e que tem como principal missão usar o futebol como ferramenta para gerar impacto social positivo e contribuir com o desenvolvimento sustentável de comunidades espalhadas pelo Brasil. Saiba mais em gingafc.com.br
Fonte: BanjomanBold

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Platão News

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Cenário MT

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Jornal Tijucas – Online

Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.
Fonte: Liberdades

Agência Brasil – Rua da Gente atrai crianças da geração digital para atividade lúdicas

Com a iniciativa de ocupar os espaços públicos da capital com atividades de integração, práticas que trabalhem corpo e a mente, atividades lúdicas e outras diversas modalidades de esporte e lazer, o Programa Rua da Gente busca estimular a criatividade com oficinas manuais, danças variadas, confecções com material reciclável e também resgata antigas brincadeiras que ensinam e estimulam a criança a se desenvolver.
 
Programa Rua da Gente é realizado desde setembro deste ano, e até dezembro completa 100 edições. O projeto é uma parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (Seme), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais. As atividades são gratuitas e ocorrem aos sábados e domingos, em várias regiões da cidade, sempre em bairros diferentes a cada fim de semana.
 
O secretário adjunto de Esportes e Lazer, Thiago Lobo, destaca a importância do programa em levar esporte, lazer e recreação para todos os lados da cidade. ”É importante levar atividades físicas, mostrar os esportes para as famílias, crianças, adultos, jovens e idosos. Além disso, queremos divulgar quais são as atividades esportivas nos clubes, centros esportivos que a gente trabalha. Os monitores são capacitados para poder direcionar a quem gostou das atividades física para poder procurar um centro esportivo para poder praticar regularmente”.
 
Segundo Lobo, as atividades são extensas e bem diversificadas. ”Como a gente atende vários tipos de público, de criança à pessoa idosa, a gente tem desde atividades para práticas corporais e relaxantes, temos as brincadeiras, os brinquedos, as atividades esportivas, as recreativas, depende do público que atingir. Mas as atividades recreativas acabam gerando um impacto maior, por conta das crianças que frequentam as atividades, mas fizemos pensando em todo mundo”.
 
Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas, segundo a Seme.
 
Crianças ainda são crianças
Mesmo com tanta inovação inserida no mundo infantil, ”crianças ainda são crianças”, diz o recreador do Programa Rua da Gente, Augusto Naliato. ”Quando falamos de uma idade superior a 11 anos, vamos usar a tecnologia a nosso favor com brincadeiras ligadas a pesquisas e músicas. Abaixo disso, criança sempre vai ser criança, mesmo que tenha a tecnologia disponível todo dia. Quando ela vê duas ou mais interagindo, vai querer brincar junto”, completa o profissional que atua há 13 anos na área.
 
De acordo com um estudo realizado pela cientista canadense Sheri Madigan, que acompanhou 2,5 mil crianças de 2 anos de idade, deixar um pequeno passar muito tempo usando tablets, celulares e outros eletrônicos com telas podem atrasar o desenvolvimento de habilidades de linguagem e sociabilidade. Porém, quando os pais são questionados pela falta de brincadeiras na rotina das crianças, 48% dos entrevistados disseram não ter tempo e 40% declararam não ter acesso a ambientes adequados e seguros para brincar, segundo a pesquisa Valor do Brincar Livre, promovida em dez países por uma marca do segmento de limpeza.
 
”O bom de programas como o Rua da Gente é que a criança pode sair do ambiente que insere, cada vez mais, ela nessa ”vida virtual”. Quando chega no local, vê as atividades disponíveis, os brinquedos, outras crianças se divertindo em um espaço infantil é muito incrível. Atividade lúdica é a magia de encantar e fazer sentir as coisas simples e boas da vida”, finaliza o recreador.
 
Para saber mais e conferir a programação das atividades, acesse o site do Programa Rua da Gente na internet.

Exercícios na terceira idade: uma mudança física, emocional e social

Além de prevenir doenças, praticar atividades tem mudado a vida de idosos que deixam de sentir dores e voltam a socializar
 
Mesmo que a expectativa de vida no Brasil tenha chegado a 76 anos, de acordo com a projeção de 2018 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o maior desafio é alcançar a longevidade com qualidade de vida, que pode ser conquistada com a prática de atividades físicas – mesmo na terceira idade.
 
Quando inseridos na rotina do idoso, exercícios físicos podem proporcionar, além de bem-estar, a diminuição de risco de doenças do coração, osteoporose, diabetes, depressão e certos tipos de câncer, segundo o Ministério da Saúde.
 
”Quando eles praticam as atividades, seja na academia ou em um espaço aberto/público, saem da rotina e isso impacta, diretamente, no lado emocional de cada um. Como alguns ficam em casa o dia inteiro, a parte social deles melhora muito após o treino porque se distraem e interagem com outras pessoas”, conta Robson Brito de Oliveira, formado em educação física, professor de musculação e instrutor de funcional e alongamento no Programa Rua da Gente, da Prefeitura de São Paulo.
 
A partir dos 50 anos de idade a força muscular decai 10% e aos 60 atinge menos que 40% da força máxima. ”Alguns exercícios, como o pilates, fortalecem essa musculatura, melhoram o equilíbrio e a mobilidade do corpo, auxiliando no crescimento porque trabalham com as vértebras. Para as pessoas da terceira idade isso é primordial para uma melhor qualidade de vida”, explica Keite Rondini fisioterapeuta e professora de pilates no Programa Rua da Gente.
 
”Tenho alunos idosos que, antes de fazer musculação, por exemplo, não conseguiam pegar o neto no colo, tomar banho sozinhos, retirar um copo no armário sem sofrer com as dores. Estar perto e fazer parte desta mudança de vida é muito gratificante”, complementa Robson Brito de Oliveira.
 
Segundo o Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCSC), o idoso que pratica 150 minutos de atividade física por semana regularmente garante um desenvolvimento em sua estabilidade física por 15 anos.
 
Recomendação do Ministério da Saúde
 
De acordo com o Ministério de Saúde, há sugestões de atividades físicas e práticas corporais para a terceira idade, mesmo não havendo um tipo específico de exercício. O importante é encontrar atividades que desenvolvam flexibilidade, equilíbrio, força muscular e que sejam de fácil realização para não causar lesões.
 
. Exercícios posturais;
 
. Jogos e modalidades esportivas;
 
. Alongamentos e relaxamentos;
 
. Exercícios respiratórios;
 
. Exercícios contra a resistência, como musculação e ginástica;
 
. Caminhada e corrida;
 
. Natação e hidroginástica;
 
. Práticas corporais orientais, como Tai-Chi-Chuan, Yoga e Lian Gong;
 
. Danças.
 
Atividades gratuitas em São Paulo
 
Para que a população da terceira idade possa praticar atividades com segurança, é necessário um profissional para orientar e acompanhar cada movimento do idoso.
 
Pensando em proporcionar estes momentos, de forma gratuita, o Programa Rua da Gente – que em parceria com a Prefeitura de São Paulo tem levado atividades de esporte e lazer aos quatros cantos da cidade – oferece aulas de meditação, danças, pilates, funcional, alongamento e muito mais aos fins de semana.
 
Para saber mais sobre o Programa Rua da Gente e conferir a programação das aulas, acesse: www.ruadagente.com.br
 
Sobre o Rua da Gente
 
Programa Rua da Gente é um projeto em parceria de três secretarias: Secretaria Municipal de Esportes e Lazer de São Paulo (SEME), Secretaria de Cultura e Secretaria de Relações Sociais, cujo objetivo é estimular a ocupação de espaços públicos com atividades esportivas e culturais gratuitas aos sábados e domingos, nos quatro cantos da cidade.Com investimento para fornecer equipamentos, profissionais e toda infraestrutura necessária, até 2020 serão realizadas 320 edições, em diversas ruas da cidade e com uma expectativa de 125 mil pessoas atendidas.
 
Fonte: Artrite Reumatoide