Sorvebol: novo esporte tem conquistado adeptos no Brasil e no mundo

Compartilhar no facebook
Compartilhar no google
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no email
Reconhecido oficialmente pela Comissão Nacional do Esporte, o Sorvebol foi criado em 2003 com o objetivo de inovar as aulas de educação física e incentivar mais jovens a praticarem exercícios físicos. Bola e cone na mão lembravam o formato de um sorvete, logo, o nome não poderia ser outro.
 
O educador físico, instrutor do Programa Rua da Gente e fundador da Confederação Brasileira de Sorvebol, Cláudio Gomes Mendes, conta como teve a ideia de desenvolver o esporte: “Enquanto encerrava mais uma aula, na Escola Estadual Agnelo Correia Viana, em Belo Horizonte, fui surpreendido por um aluno que devolveu a bola num movimento de arremesso e acertou o cone invertido que eu segurava”, afirma o educador que, a partir desta cena, elaborou as regras e criou os equipamentos que dariam origem ao novo esporte.
 
O jogo deve ser praticado em uma quadra parecida com a de vôlei, entre adversários únicos (1×1), duplas (2×2) ou quartetos (4×4) e sem limite de idade. Cláudio destaca que o jogo é democrático e incluem deficientes e equipes mistas, desde que o número de participantes de cada lado seja equilibrado.
 
A bola deve ser lançada com o auxílio do cone por cima da rede, de modo que a equipe oponente não consiga capturar. O tempo é dividido entre dois sets, com no máximo 21 pontos. O objetivo do jogo é fazer a bola cair no campo adversário. Vence a equipe ou jogador individual que fizer 21 pontos.
 
Segundo a Confederação Brasileira de Sorvebol, o jogo também já possui representante e adeptos ao esporte em Miami, estado Flórida nos Estados Unidos. Além disso, as oficinas para aprender a jogar foram transformadas em um projeto aprovado pelo Ministério do Esporte e implantado em escolas de Belo Horizonte, alcançando 22 mil crianças e reunindo mais de 200 instituições para disputar o título de campeã do Sorvebol. “Agora, o objetivo é consolidar o projeto em todas as instituições de ensino de São Paulo e contribuir para o desenvolvimento, socialização e inclusão educacional de jovens e adultos”, finaliza o professor Cláudio.
Fonte: Meio Norte